" As pessoas felizes não conseguem tudo o que querem, mas querem a maior parte do que conseguem.
Em outras palavras, viram o jogo a seu favor, escolhendo dar valor às coisas que estão ao seu alcance.
As pessoas insatisfeitas com a vida, muitas vezes determinam metas inatingíveis para si mesmas, programando-se assim para um fracasso inevitável.
É importante saber que as pessoas que definem metas ambiciosas e as alcançam não são mais felizes do que aquelas que definem e alcançam objetivos mais modestos.
Para saber o que você quer e do que é capaz, torna-se necessário conhecer-se bem e entrar em contato com seu próprio desejo, em vez de estar sempre respondendo às expectativas dos outros.
Não é uma tarefa fácil quando vivemos numa cultura que identifica felicidade com sucesso em todos os campos.
Cuidado para não cair numa armadilha que começa a ser armada- com a melhor das intenções- por nossos pais desde o nascimento.
Quando você estiver avaliando sua posição no trabalho ou seu relacionamento com sua família, não comece com imagens fantasiosas, almejando posições de destaque ou harmonia absoluta.
Primeiro, porque o importante na vida profissional é dar o melhor rendimento possível de sua capacidade.
Segundo, porque harmonia absoluta não existe, pois os conflitos, crises e ambiguidades fazem parte da natureza humana.
Mantenha um pé na realidade e lute para melhorar as coisas, e não para torná-las perfeitas.
Não existe perfeição.
As coisas serão o que puderem ser a partir de nossos esforços.
A harmonia entre os objetivos de uma pessoa e a sua capacidade é uma garantia de felicidade.
Em outras palavras, quanto mais realistas e possíveis forem nossos objetivos, maior probabilidade teremos de nos sentirmos bem com nós mesmos. "
DIENER e FUJITA
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